SIMPE-RS coloca todos os esforços no Plano de Carreira

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Depois da reunião na sexta-feira (6)  quando, em conjunto com a APROJUS e a AAPJRS foi entregue ao Ministério Público a contraproposta de PCCS aprovado pelas entidades, o Sindicato está fortalecendo seu foco e ações na discussão do Plano de Carreira.

Além de se tratar de uma antiga e justa reivindicação, o PCCS se torna agora ainda mais fundamental, frente a ameaça representada pelas ADI’s 3539 e 5562, que, se aprovadas, podem retirar os reajustes de 8,71% e 8,13% conquistados com muita luta pela categoria em 2004 e 2016.

A aposta do Sindicato tem sido de garantir uma proposta equilibrada, viável financeira e politicamente para assegurar uma perspectiva razoável para quem investe no Ministério Público como carreira no serviço público.

A informação a respeito do andamento do PCCS é de que na semana que vem, o Subprocurador para assuntos administrativos irá se reunir com a equipe e a previsão é de que ainda em setembro aconteça a primeira reunião com as entidades para tratar o tema. A proposta das representações dos servidores neste encontro é apresentar os números, como os impactos e a proposta orçamentária.

O presidente do Sindicato, Jodar Pedroso Prates, lembra que a categoria percorreu um caminho longo e espinhoso para chegar a esta negociação. “Tivemos muitos debates e sempre buscamos a unidade e transparência, para não repetirmos os erros de um passado recente, quando muita gente boa e bem intencionada participou de abaixo-assinado, pedindo o arquivamento do PCCS da gestão Simone, hoje avaliado como o melhor que poderíamos ter. O tempo passou, o PCCS “digno” não veio. Agora estamos numa conjuntura muito pior para os servidores. Duas ADIs questionando nossas últimas reposições, reforma da previdência, retirada das vantagens temporais, congelamento orçamentário, Regime de Recuperação Fiscal, entre outras. Assim, é importante que os servidores compreendam que o momento é difícil e que só a unidade ajuda e fortalece a categoria. E ela começa pela consciência de que não podemos repetir 2011”, ponderou o dirigente.

A proposta que foi apresentada ao MPRS é a que foi aprovada na Assembleia Geral Unificada do dia 30 de agosto.

Assessoria de Comunicação

13/09/2019 11:25:51

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