Quarta-feira do luto continua e tem que ser cada vez mais forte

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Nesta quarta-feira, os servidores do MPRS mais uma vez foram trabalhar de preto. A manifestação, reiterada na assembleia geral conjunta do dia 31 de maio, deve continuar até que o Ministério Público apresente uma proposta de plano de carreira.

Segundo as definições da assembleia, o movimento deve ser ainda fortalecido com iniciativas a serem decididas pelas próprias promotorias, como uso de faixar, cartazes, ações em frente aos locais de trabalho, dentre outras.

Para o presidente do SIMPE-RS, Jodar Pedroso, a quarta do luto já se tornou um símbolo na luta pela implantação do PCCS. “É uma forma de demonstrarmos nossa indignação e também de mostrar à administração que não vamos parar de lutar por uma reivindicação mais do que justa. Por outro lado, a campanha é também uma forma de chamar a atenção da sociedade para uma situação vergonhosa de ser o único MP do país e um dos poucos órgãos do Estado onde os servidores não têm uma perspectiva de carreira”, considerou ele.

A luta pelo PCCS foi levada à Assembleia Legislativa na última terça-feira (5), quando o Procurador-Geral, Fabiano Dallazen,  foi fazer a prestação de contas da instituição aos parlamentares. Os servidores estenderam uma faixa no plenário, onde lembravam que o MPRS é o único no país onde a categoria não tem um plano de carreira. Também foi distribuído aos deputados um documento onde foram apontadas algumas inciativas já tomadas pela categoria na sua luta pelo PCCS. Frente a isso, a deputada Luciana Genro se manifestou cobrando explicações do PGJ e teve o apoio de outros deputados.

A luta pelo PCCS continua. Está iniciando um novo período de mais dois anos do Dr. Fabiano Dallazen à frente da gestão do MPRS. Segundo ele mesmo, já há uma proposta pronta para ser apresentada à categoria. Portanto, não há o que justifique que se passe mais uma semana sequer sem que esta proposta seja apresentada aos servidores.

Assessoria de Comunicação

07/06/2019 09:58:31

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